quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

A religião é o ópio do povo?


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O trecho abaixo é extraído de meu livro: "As Provas da Existência de Deus", de autoria minha e de Emmanuel Dijon, disponível gratuitamente para download
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Karl Marx afirmou: A religião é o ópio do povo[1]. Para Marx, o ópio – que é um narcótico – é igual a religião, pois tem os mesmos efeitos desta droga. A religião seria uma droga para a sociedade, que vicia as pessoas e as torna piores. Infelizmente, muitos ateus têm essa mesma mentalidade ultrapassada: ateus são fortes, teístas são fracos. Os ateus são os intelectuais responsáveis por todos os avanços da sociedade, enquanto os religiosos são um bando de fanáticos que colocam uma bomba nas contas e explodem um prédio em nome da fé.

Mas será que essa visão está embasada pelos fatos?

Na verdade, o que os fatos nos mostram é exatamente o contrário. Os maiores intelectuais que já existiram na humanidade criam em Deus. É de Albert Einstein a frase: A ciência sem a religião é aleijada; a religião sem a ciência é cega. Einstein rejeitava veementemente ser chamado de ateu. De fato, ele disse: Não sou ateísta, e não acho que posso me chamar de panteísta[2]. Se Einstein não era nem ateu nem panteísta, ele só podia ser teísta ou deísta. De qualquer forma, ele cria na existência de uma Causa primeira eterna e atemporal que deu início ao Universo, ao que chamamos Deus.

Dos outros cientistas famosos que criam em Deus, podemos citar:[3]

Nicolau Copérnico (1473 – 1543)
Johannes Kepler (1571 – 1630)
Galileu Galilei (1564-1642)
René Descartes (1596-1650
 Isaac Newton (1642 – 1727)
Robert Boyle (1627 – 1691)
Michael Farady (1791 – 1867)
Gregor Mendel (1822 – 1884)
William Thompson (1824 – 1907)
Max Planck (1858 – 1947)
Leonardo da Vinci (1452 – 1519)[4]
Blaise Pascal (1623 – 1662)
Thomas Burnet (1635 – 1715)
William Whiston (1667 – 1752)
John Woodward (1665 – 1728)
Carolus Linneaus (1707 – 1781)
Jonathan Edwards (1703 – 1758)
William Herschel (1738 – 1822)
Samuel Morse (1791 – 1872)
Charles Bell (1774 – 1842)
Joseph Henry (1797 – 1878)
Charles Babbage (1792 – 1871)
William Buckland (1784 – 1856)
David Brewster (1781 – 1868)
Matthew Maury (1806 – 1873)
James Simpson (1811 – 1870)
James Joule (1818 – 1889)
John Herschel (1792 – 1871)
John Dalton (1766 – 1844)
Louis Agassiz (1807 – 1873)
James Dana (1813 – 1895)
John William Dawson (1820 – 1899)
George Stokes (1819 – 1903)
Charles Smyth (1819 – 1900)
Virchow (1832 – 1902)
Philip Gosse (1810 – 1888)
Gregor Mendel (1822 – 1844)
Luis Pasteur (1822 – 1895)
Henri Faber (1829 – 1915)
Joseph Lister (1827 – 1912)
James Clark Maxwell (1831 – 1879)
Bernhard Riemann (1826 – 1866)
John Bell Pettigrow (1834 – 1908)
George Romanes (1846 – 1894)
Richard Owen (1804 – 1892)
Edward Hitchcock (1793 – 1864)
Edward Maunder (1851 – 1920)
William Mitchell Ramsay (1851 – 1939)
John Strutt (1842 – 1919)
MacAlister (1844 – 1919)
A. H. Sayce (1845 – 1933)
John Ambrose Fleming (1849 – 1945)
Howard Kelly (1858 – 1943)
George Washington Carver (1864 – 1943)
Charles Stine (1882 – 1954)
Douglas Dewar (1875 – 1957)
Paul Lemoise (1878 – 1940)
Williams Ramssay (1852 – 1916)
Werhner Von Braun (1912 – 1977)
Yuan Lee (1936 - ?)
Klaus von Klitzing (1943 - ?)
Francis Collins (1950 - ?)

Esta não é uma lista completa de cientistas, o que tornaria o volume muito maior, esgotando o limite de escopo deste livro, mas simplesmente um resumo de alguns dos mais proeminentes nomes da ciência, os pais de grandes invenções, os cientistas que marcaram antigo milênio. Embora fossem de países e épocas diferentes, praticamente todos os grandes cientistas do passado tinham algo em comum: a crença em Deus. Na verdade, a maior parte deles não apenas cria em Deus, mas cria especificamente na fé cristã.

Assim sendo, a alegação de que a ciência está do lado dos ateus, que a fé não está ligada à razão ou às evidências, bem como a pretensa superioridade intelectual que os ateus querem passar sobre os teístas, não passa de mera propaganda ateísta sem qualquer fundamento, e uma propaganda muito enganosa, por sinal. Se existe superioridade intelectual de um lado sobre o outro, indiscutivelmente está a favor dos teístas, e, mais especificamente, ao lado dos cristãos.

Mas um ateu ainda poderia alegar: Mas os cristãos derramaram muito sangue na Idade Média! Veja quanta gente foi morta em nome de Deus! Isso só pode significar que a religião faz mal ao mundo e que o mundo seria muito melhor e com muito mais paz e harmonia se fosse formado só por ateus!

Infelizmente essa outra visão fantasiosa que mascara completamente a realidade também é crida por muita gente. A verdade é que, se fôssemos comparar lado a lado os maiores genocídios da humanidade praticados por cristãos com os maiores já cometidos por ateus, os ateus ganhariam disparado, em uma proporção realmente esmagadora. Em geral, costuma-se citar contra os teístas e religiosos a Inquisição católica medieval, que, segundo dados, teria matado aproximadamente cinco milhões de pessoas ao longo de mais de três séculos, em diferentes países[5]. Qualquer um poderia olhar para este dado e pensar: Isso é muita coisa! Está aí a prova indiscutível contra a religião e a favor do ateísmo!

Não tão cedo. Embora os atos da Inquisição tenham sido desumanos e que nenhuma pessoa honesta nega isso (nós não estamos querendo justificar um erro por causa de outro maior), isso não é nada quando posto em comparação com o número de assassinatos praticados em regimes ateus. No debate sobre o Estado Laico que houve no programa Na Moral, da Rede Globo, Daniel Sottomaior (presidente da ATEA) tentou usar esse argumento contra os religiosos, dizendo:[6]

Na história da humanidade, os governos, na imensa parte dos nossos últimos milhares de anos, no Ocidente, se pautaram pela religião, e nos banharam de sangue com isso, sempre oprimindo os diferentes. Até que um belo dia chegou a revolução francesa e disse: vamos separar o Estado da religião, o Estado não tem mais poder para interferir na religião e vice-versa

Ao que o pastor Silas Malafaia respondeu:

Deixe-me discordar do colega sobre o banho de sangue, porque quem deu banho de sangue na humanidade foram aqueles que tinham o ateísmo como base. A Revolução que aconteceu na Rússia e que matou mais de 70 milhões de pessoas, a Revolução da China que matou mais de 50 milhões de pessoas, o Pol Pot lá, agora, no Camboja, naquela região (...) Estes camaradas tinham como doutrina a exclusão total da religião (...) Tanto a União Soviética como também a China, a exclusão total, o Estado laicista, ninguém derramou mais sangue do que aqueles que eram a favor da anulação de ideal da sociedade (...) Ninguém, isto é histórico, sociológico e antropológico

Esses dados são verdadeiros. Se pegássemos apenas esses dois exemplos citados pelo pastor Silas, sobre a revolução russa que matou mais de 70 milhões e a revolução chinesa que matou mais de 50 milhões, já teríamos pelo menos 120 milhões de pessoas assassinadas! Compare esses 120 milhões com os 5 milhões da Inquisição, e vemos que os ateus mataram 24 vezes mais gente do que os religiosos! E isso que nós estamos pegando apenas dois exemplos isolados, quando casos semelhantes a estes ocorreram aos montões!

O ateu Stalin confessou a Churchill ter matado 60 milhões de pessoas, além de ter feito de 3 a 10 milhões de mortos pela fome na Ucrânia. Stalin ordenou na União Soviética que qualquer pessoa que fosse teísta ou capitalista fosse considerada inimiga do Estado comunista e ateu, e, consequentemente, assassinada. Seu governo promoveu o ateísmo como propaganda de massa nas escolas, realizou campanhas de terror contra os religiosos, destruiu a Igreja Ortodoxa Russa, deixou em ruínas os templos cristãos e fuzilou mais de 100 mil padres e monges.

Outros líderes ateus com um governo voltado ao ateísmo não ficaram por menos. Lênin mandou fuzilar milhares de pessoas após a Revolução de 1917; Mao-Tse-Tung foi responsável por 70 milhões de assassinatos de seus próprios compatriotas chineses; Pol Pot no Kmer Vermelho matou mais de 3 milhões de cambojanos; Fidel Castro dizimou milhares de cubanos; Mussolini usou gás venenoso contra os etíopes, bombardeou hospitais da Cruz Vermelha, matou civis, executou prisioneiros sem julgamento, mandou fuzilar os religiosos, queimar aldeias e esmagar a população dos povos conquistados.

Esse verdadeiro banho de sangue levou Dinesh D’ Souza a exclamar em resposta ao ateu Christopher Hitchens em um debate que os dois travaram há alguns anos:

Os ateus mataram em três dias mais do que a Inquisição matou em três séculos![7]

A própria filosofia de vida ateísta – fundamentada na teoria da evolução e em um mundo sem Deus – é extremamente nociva ao ser humano, pois ensina que o mundo não é governado por leis morais objetivas, uma vez que não existe um Criador da Lei Moral, e que o mais forte deve prevalecer sobre os mais fracos – este é o princípio da seleção natural do darwinismo. Quando este princípio ateísta foi aplicado para seres humanos, muitos passaram a justificar suas práticas genocidas com base na teoria da evolução. Até Hitler usou o evolucionismo como base para seu massacre do Holocausto. Ele disse:

Se a natureza não deseja que os indivíduos mais fracos se casem com os mais forres, ela deseja muito menos que uma raça superior se mescle com uma inferior porque, nesses casos, todos os seus esforços para estabelecer um estágio de existência evolucionária superior, realizados durante centenas de milhares de anos, poderiam ter-se mostrado totalmente inúteis. Mas tal preservação anda ao lado da inexorável lei de que é o mais forre e o melhor que deve triunfar e que eles têm o direito de perdurar. Quem deseja viver precisa lutar. Aquele que não deseja lutar neste mundo, onde a luta permanente é a lei da vida, não tem o direito de existir[8]

A teoria da evolução também foi usada como base para justificar o racismo no julgamento Scopes, em 1925. Ele falava de cinco raças humanas e chegou à conclusão de que os caucasianos eram “o tipo mais elevado de todos os homens”:

Atualmente existem sobre a Terra cinco raças ou variedades de homem, cada uma bem diferente da outra em instintos, costumes sociais e, até certo ponto, em estrutura. Existe o tipo etíope ou negro, originário da África; a raça malaia ou marrom, das ilhas do Pacífico; o índio americano; os mongóis ou raça amarela, incluindo os nativos da China, Japão e esquimós. Finalmente, o tipo mais elevado de todos, os caucasianos, representados pelos habitantes brancos e civilizados da Europa e Estados Unidos[9]

O ateu e darwinista Peter Singer, professor da Universidade de Princeton, usou a teoria da evolução para justificar que a vida de um recém-nascido tem menos valor do que a vida de um porco, de um cachorro ou de um chimpanzé[10]. Como se isso não bastasse, ele foi além e disse que os pais deveriam e poderiam matar seus filhos recém-nascidos até os 28 dias de vida!

James Rachels, outro ateu e darwinista convicto, e autor do livro: “A Evolução dos Animais: as implicações morais do darwinismo”, argumentou que a espécie humana não tem nenhum valor maior do que qualquer outra espécie, e por essa razão os seres humanos que possuem deficiência mental deveriam ser usados como animais de laboratório e até como comida dos seres humanos mais evoluídos:

O que dizer sobre eles [os deficientes]? A conclusão natural, de acordo com a doutrina que estamos considerando [darwinismo], seria que sua situação é de simples animais. Talvez devêssemos ir adiante e concluir que eles podem ser usados da mesma forma como animais não humanos são usados – talvez como animais de laboratório, ou até como comida[11]

Randy Thornhill e Craig Palmer, ateus e evolucionistas, defendem que o estupro é um fenômeno natural e biológico que é produto da herança evolucionária humana[12], e o assemelha a coisas como as manchas do leopardo e o pescoço comprido da girafa[13]. De fato, toda a discriminação étnica e racial que existe hoje no planeta, assim como todos os grandes genocídios da humanidade, provém da crença atéia e evolucionista na teoria de Darwin. Em um mundo sem Deus, sem um Criador de uma Lei Moral, e, consequentemente, sem qualquer existência de padrões morais absolutos.

Jesus, ao contrário, ensinou a amar o próximo como a si mesmo[14], e foi além: disse para amar até mesmo os inimigos e a orar por eles![15] Além disso, disse que, se alguém o obrigar a andar uma milha, vá com ele duas[16]. E, se alguém esbofetear a sua face direita, ofereça-lhe a esquerda[17]. Quando Pedro quis se vingar do soldado romano à força bruta, decepando-lhe a orelha, Jesus curou a orelha daquele soldado e ainda disse para Pedro guardar a espada, porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão (Mt.26:52).

Então, enquanto o resultado lógico do darwinismo é o racismo e o genocídio, o resultado lógico do Cristianismo é amar aos inimigos e orar por eles, andar a segunda milha e dar a outra face quando agredido, guardar a espada e não se vingar de quem lhe faz mal. Qual dessas duas visões de mundo é superior? A ateísta ou a cristã? Obviamente a cristã.

Alguns ateus poderão citar as chamadas “guerras em nome de Deus, como as Cruzadas, como um argumento contrário a isso. Porém, em primeiro lugar, nem todo aquele que se diz cristão é cristão de fato. O próprio Senhor Jesus deixou isso claro ao dizer:

Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas somente aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus (Mateus 7:21)

Existem muitos que apenas se dizem seguidores de Cristo, mas não o são. São meramente impostores. O Cristianismo, se for vivido como Jesus disse, em nada incita os episódios como esse. Além disso, a grande maioria das chamadas “guerras em nome de Deus foi de cunho muito mais político do que religioso, cuja real motivação era a conquista de territórios e razões econômicas.

As Cruzadas, por exemplo, foram batalhas por conquistas de territórios e de novas rotas de comércio. A religião ou a conquista de uma “terra santa era mero pretexto de fachada para aquilo que era a real motivação daquelas pessoas, que pouco estavam se importando se Jerusalém estava sob o domínio dos cristãos ou dos islâmicos, mas sim sobre as consequências políticas e econômicas que eles sofreriam caso não fizessem aquelas campanhas, pensando no lucro que poderiam obter caso tivessem sucesso.

Prova disso é que nunca algum líder religioso implantou uma perseguição dirigida especificamente aos ateus. Já os ateus, ao contrário, por diversas vezes já fizeram campanhas contra os cristãos, em verdadeiros genocídios, banhos de sangue. Nem precisamos ir tão longe para citar aqueles exemplos já listados, basta ir hoje mesmo a um país declaradamente ateu como a Coreia de Norte e ver quanta liberdade religiosa que há ali. Aproximadamente 50 a 70 mil cristãos estão presos naquele país em campos de concentração por causa de sua fé, e as igrejas são subterrâneas, pois há liberdade religiosa apenas de fachada. Dezenas de milhares de cristãos são assassinados anualmente naquele país.[18]

Em contrapartida, se tomarmos como exemplo a nação mais evangélica do mundo, os Estados Unidos da América, que foi colonizado por protestantes e tem a crença em Deus estampada na própria Constituição deles (que tem por base a Bíblia[19]), vemos, curiosamente, que ali também é o berço da democracia e da liberdade de pensamento. Ateus podem ser ateus e viverem como ateus sem serem perturbados. O mesmo vale para qualquer não-cristão. Todas as outras democracias têm por base a democracia norte-americana.

Ou seja: em um país oficialmente ateu, os cristãos são perseguidos, subjugados a trabalhos forçados em campos de concentração e assassinados por causa de sua fé, e em um país historicamente cristão há liberdade e democracia para os ateus e qualquer não-cristão pode viver suas crenças com liberdade. Isso refuta aqueles que pensam que os evangélicos são os mais intolerantes. Se fossem, seria exatamente o inverso: os EUA seriam a nação que mais perseguiria os ateus e não-cristãos; seria uma ditadura como na maioria dos países oficialmente ateus onde ninguém é permitido crer em algo que não seja o que o Estado obriga a crer.

Por tudo isso e muito mais que poderíamos explanar com muito mais profundidade e exemplos, a alegação de Marx não é um retrato fiel em relação aos fatos, mas uma propaganda ateísta fantasiosa, que tenta passar um tom de superioridade intelectual do ateísmo sobre o teísmo, quando, na verdade, praticamente todos os grandes cientistas que já existiram criam em Deus.

Além disso, como já vimos, a crença em Deus é provada por argumentos lógicos, racionais, filosóficos e científicos, e os ateus mataram dezenas de vezes mais em poucos dias do que os religiosos mataram em séculos, além de possuírem uma filosofia de vida sem padrões morais absolutos, justificando atos racistas e preconceituosos colocados em prática pelos maiores déspotas e genocidas da humanidade, que tinham sempre um ponto em comum entre eles: o ateísmo.

Então, faz muito mais lógica crer que o ateísmo é o ópio do povo – uma ilusão criada na expectativa de convencer as pessoas a crerem em tudo aquilo que eles absolutamente não são.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

(Trecho extraído do meu livro: "As Provas da Existência de Deus")


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[1] Crítica da filosofia do direito de Hegel, publicada em 1844 no jornal Deutsch-Französischen Jahrbücher.
[2] Biografia de Einstein escrita pelo seu amigo pessoal Max Jammer; citado por Antony Flew em: “Um ateu garante: Deus existe”.
[3] Para que não nos alongássemos demasiadamente nesta parte do livro, decidi apenas passar os nomes de cada cientista famoso, sem fazer questão de mencionar quem ele foi o que ele fez. Qualquer um que tenha interesse em saber pode fazer uma pesquisa simples e rápida na internet que achará material extenso sobre cada um deles, com ampla biografia, que não seria possível resumir em tão poucas linhas.
[4] Da Vinci ficou mais conhecido como pintor, mas ele também lidou com os problemas da dinâmica, anatomia, física, óptica, biologia, hidráulica e até mesmo aeronáutica.
[5] Os dados podem ser conferidos neste link: <http://www.gordonconwell.edu/resources/documents/gd16.pdf>.
[6] O vídeo pode ser visto no link: <http://www.youtube.com/watch?v=rMgtncZk0JE>.
[7] O debate completo entre os dois está disponível no link: <http://www.youtube.com/watch?v=Gm7N7qSf3wo>.
[8] Adolf Hitler, Mein Kampf, ano 1924. Quarta reimpressão. Londres: Hurst&Blackett, 1939, p. 239-40,242 [publicado em português pela Editora Cenrauro, com o título de Minha Luta].
[9] George William HUNTER. Essentials of Biology: Presented in Problems. New York, Cincinnati, Chicago: American Book, 1911, p. 320.
[10] Practical Ethics, 1.ed. Cambridge: Cambridge University Press, 1979, p. 122-3.
[11] Created from Animals: The Moral Implications Darwinism. New York: Oxford University Press, 1990, p. 186.
[12] Apud Nancy PEARCEY. Darwin's Dirty Secret, World, March 25, 2000.
[13] ibid.
[14] Mateus 22:39.
[15] Mateus 5:44.
[16] Mateus 5:41.
[17] Mateus 5:39.

4 comentários:

  1. Leonardo da vinci era cristão?

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    1. Tem fonte? N achei nenhuma confiável (acho q meu comentário n foi enviado da primeira vez)

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    2. http://creyentesintelectuales.blogspot.com.br/2013/07/leonardo-da-vinci.html

      http://opusdei.es/es-es/article/errores-y-mentiras-sobre-leonardo-da-vinci/

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