quinta-feira, 2 de abril de 2015

O socialista ateu Adolf Hitler


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O trecho abaixo é extraído de meu livro: "Deus é um Delírio?"
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Chegamos então àquele que popularmente é reconhecido como o maior monstro que a humanidade já viu. Seus crimes foram tão bárbaros que dispensam comentários. Ele é o responsável direto ou indireto por aproximadamente 40 milhões de mortes, além de  muita perseguição e tortura. Será que Hitler é uma exceção à regra? Será que Hitler, diferente dos maiores déspotas e genocidas do século passado, não era ligado ao estilo você-já-sabe-o-que (=ateu, socialista, ditador, revolucionário), se diferenciando de todos os outros facínoras e psicopatas? Será que Hitler era (como a esquerda atual tenta pintá-lo) um político cristão conservador de direita? Ou será que ele seguia o óbvio e era só mais um você-já-sabe-o-que?

Encontrar a resposta a estas questões é muito mais fácil do que você imagina. Nós não precisamos nem fazer algum grande esforço. A resposta é tão ridiculamente óbvia e tão patente que é impressionante que este assunto ainda gere polêmica. Para responder isso basta, vejam só que difícil, ver o nome do partido de Hitler, a coisa mais simples do mundo. Não, ele não se chamava originalmente “Partido Nazista”. O termo “nazismo” foi somente um apelido dado ao nome oficial que era Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães[1]. Eu vou repetir para ficar mais claro:

Partido Nacional SOCIALISTA dos Trabalhadores Alemães.

Será que é preciso desenhar?

A resposta a esta questão é tão óbvia, mas tão óbvia, que chega a ser patético ver gente discutindo isso. Nós não precisamos de excepcionais historiadores e uma multidão de pesquisadores investigando a fundo para descobrir isso. Isso está na cara. Está estampado na testa de cada nazista, faz parte do nome do próprio partido deles. Perguntar então se o nazismo era socialista ou não, é como perguntar se o Partido Socialismo e “Liberdade” (PSOL) é socialista, ou se o Partido Comunista Brasileiro (PCB) é comunista. É óbvio que é. Está estampado. Está na cara. A resposta é autoevidente, manifesta, patente, nítida, notória, visível, incontestável, indiscutível, irrefutável. Só não vê quem não quer.

A diferença entre o socialismo de Hitler e o socialismo de Stalin é que o socialismo de Hitler era do tipo nacionalista, que visava expandir o poder, extensão e dominação da Alemanha no mundo – algo que Hitler de fato tentou fazer. Mas o fato de ser um socialismo nacionalista não muda o fato de que é um socialismo. Hitler não apenas era de um partido socialista, mas também usava uma bandeira vermelha (eu já vi isso em algum lugar). Qual partido cristão, conservador e de direita usa o termo “socialismo” em seu nome e é representado por uma bandeira vermelha? Nenhum. Só pensar nessa hipótese já soa como ridículo, absurdamente risível.

E se você ainda duvida que Hitler era um típico socialista e antidireitista, tente ler essa carta do líder nazista sem ver um nítido esquerdismo nela:

“Os nazistas conseguiram eliminar totalmente a motivação do lucro do exercício da atividade. Na Alemanha nazista, não há mais qualquer coisa de livre iniciativa. Não há mais empresários. Os antigos empresários foram reduzidos à condição de Betriebsfuher (gerente de loja). Eles não são livres na sua operação; eles são obrigados a obedecer incondicionalmente as ordens emitidas pelo Conselho Central de Gestão da Produção, o Reichswirtschaftsministerium, e seus escritórios distritais e ramo subordinado. O governo não só determina os preços e taxas de juros a serem pagas, mas também a quantidade a ser produzida e os métodos a serem aplicados na produção; ele atribui uma renda definitiva para cada gerente de loja, assim, praticamente transformando-o em um funcionário assalariado. Este sistema não tem nada em comum com o capitalismo e a economia de mercado. É simplesmente o socialismo do padrão alemão, Zwangswirtschaft. Ele difere do padrão russo do socialismo, o sistema de nacionalização pura e simples de todas as plantas, apenas em questões técnicas. E é, é claro, como o sistema russo, um modo de organização social que é puramente autoritário”[2]

É se espantar que haja gente que leia nitidamente a frase: “Este sistema não tem NADA em comum com o capitalismo e a economia de mercado e é simplesmente o socialismo do padrão alemão”, e ainda tente desonestamente deturpar as palavras de Hitler de forma grosseira, estúpida e desonesta ao ponto de transformá-lo em um direitista. Hitler claramente se posicionava contra o capitalismo e contra o livre mercado. Ora, o livre mercado e a livre iniciativa são exatamente a essencia da direita política. Sem elas não há direita. Hitler atacava ferozmente os princípios mais básicos da direita e defendia um Estado máximo (onde será que eu já vi isso?) na Alemanha, sob o seu governo. Era, portanto, um esquerdista socialista, embora seu tipo de socialismo divergisse em certa medida do stalinismo.

Sabemos então que Hitler nunca foi de direita. Ele semrpe foi um esquerdista socialista, como todos os demais sociopatas e facínoras do século passado e do presente. Ele não é, nem de longe, uma exceção à regra. Sabendo, portanto, que Hitler era socialista, é extremamente fácil responder a segunda pergunta: Hitler era cristão? Ou, em termos mais claros: é possível que um ditador de um regime nitidamente anticristão em sua essencia (o socialismo) seja cristão? A resposta também é óbvia: não!

Dawkins confunde o seu leitor de uma forma engraçada em seu livro. Isso porque ele cita frases de Hitler onde ele se diz católico, e em seguida balanceia essas frases com outras declarações onde o mesmo Hitler se diz ateu. A conclusão que ele tira daí é que não podemos dizer seguramente se Hitler era católico, ateu ou qualquer outra coisa, deixando tudo em um enigmático ar de mistério. Contudo, uma análise mais precisa dos dados nos mostra que todas as declarações “católicas” de Hitler, espalhadas nos sites neo-ateus na internet, foram feitas em público, para ludibirar uma população predominantemente cristã, enquanto as declarações ateístas de Hitler foram feitas em privado, diante de pessoas de seu círculo de amizade e confiança.

Em outras palavras, para resumirmos a questão da religiosidade de Hitler, ele pode ser definido como um católico formal e ateu na real. Ele usava a religião como pretexto, se fingindo de católico para ganhar o apoio da população católica (ou pelo menos para aliviar os ânimos e evitar uma revolta popular). Hitler foi esperto ao se fingir de católico formalmente, estratégia bem diferente dos outros socialistas revolucionários da época, que ao invés de fingirem-se religiosos para conquistar o apoio do povo religioso preferiam ser honestos, declarando-se abertamente ateus e perseguindo e matando a população religiosa.

Não é nem preciso dizer que a maioria destes mais de 100 milhões assassinados pelo comunismo eram religiosos, especialmente cristãos. Hitler quis evitar um confronto direto em primeira instância. Ao invés de esmagar os cristãos pela espada e empregar o terror e o genocídio, ele preferiu astutamente se passar de católico, comprimentar alguns reverendos luteranos, posar de amigo do povo e ganhar a confiança deles para destruir primeiro quem ele odiava mais (judeus), e só depois mostrar sua verdadeira face e trucidar os cristãos também.

Hitler era um estrategista. Mesmo odiando os cristãos e o Cristianismo, ele não quis bater de frente logo de cara com a população cristã, se ele podia ganhar o apoio dela e deixá-la inerte enquanto acabava com os judeus em campos de concentração. É melhor ter um inimigo do que dois. Enquanto Hitler ludibriava os cristãos, esmagava os judeus. Depois que ele esmagasse os judeus, chegaria a vez dos cristãos. Essa estratégia não é nova. Outros revolucionários ateus socialistas não precisaram disso, pois estavam governando países onde o Cristianismo não predominava, e portanto os cristãos não eram um problema. Mas a Alemanha era, na época, uma nação predominantemente cristã. Hitler tinha que se desviar da curva para conseguir seus objetivos primários e depois voltar nela.

Felizmente, Hitler morreu e o nazismo acabou antes que isso tivesse tempo de acontecer. Nós não vimos um genocídio em massa de cristãos na Alemanha, como vimos nos outros países em que os revolucionários massacraram os cristãos. Mas diante das fortes declarações repulsivas de Hitler em relação a eles, estava claro que os judeus eram só o começo, e não o fim. Na verdade, o ódio que Hitler sentia pelos cristãos era quase tão forte quanto o ódio que ele tinha dos judeus. Como poderia Hitler amar uma religião que tem como principal ícone um judeu, chamado Jesus? Não, não pode. Vejamos o que Hitler dizia em particular:

O pior golpe que já atingiu a humanidade foi a chegada do Cristianismo. O bolchevismo é o filho ilegítimo do Cristianismo. Ambos são invenções dos judeus. A mentira deliberada na forma de religião foi introduzida no mundo pelo Cristianismo (...) O mundo da Antiguidade era tão puro, leve e sereno porque não conhecia duas grandes escórias: a varíola e o Cristianismo. Falando francamente, não temos motivo para desejar que os italianos e os espanhóis se libertem da droga do cristianismo. Sejamos o único povo imunizado contra a doença[3]

Esse discurso, registrado por seu secretário, em 1941, mostra claramente a verdadeira face de Hitler, e o que ele realmente pensava sobre os cristãos. Para ele, o Cristianismo era uma droga, um golpe, um vírus, uma escória equiparável à varíola. Mas Hitler tinha uma solução para isso: “sejamos o único povo imunizado contra a doença”.

Nós não precisamos interpretar nada de uma frase como essa em se tratando de alguém como Adolf Hitler, pois sabemos muito bem o que ele queria dizer quando falava sobre ser “limpo” de uma “doença”. Esse era exatamente o mesmo discurso que ele tinha contra os judeus, e as câmaras de gás foram o método de “imunidade à doença” encontrado por ele. É a mesma coisa que ele desejava aos cristãos. Só precisava de tempo para isso.

O líder da “Juventude de Hitler”, chamado Baldur von Schirach, exclamou:

“A destruição do Cristianismo foi explicitamente reconhecida como um objetivo do movimento nacional-socialista”[4]

Julius Streicher, editor do artigo nazista “Der Sturmer”, disse em uma audiência na presença de Hitler:

“É somente em um ou dois pontos excepcionais que Cristo e Hitler se destacam comparativamente. Para Hitler, ele é demasiadamente um homem a ser comparado a alguém tão mesquinho”[5]

O líder nazista Alfred Rosenberg, um membro do círculo íntimo de Hitler, também declarou:

“Estou absolutamente convicto em minha mente, e eu acho que posso falar pelo Fuhrer também, que tanto as igrejas católicas como as protestantes devem desaparecer da vida do nosso povo”[6]

Hitler também tinha desenvolvido um plano de 30 pontos para a nova “Igreja Nacional do Reich”, que substituiria as religiões tradicionais e teria o próprio Hitler como líder supremo. Este plano foi publicado pelo New York Times em 1942. Entre as regras, estavam:

“Nenhum pastor, capelão ou padre estará autorizado a falar na igreja... apenas oradores do ‘Reich Nacional’. Todas as Bíblias e imagens de santos serão retiradas dos altares das igrejas e substituídas por cópias de Mein Kampf (Minha Luta). A cruz será removida e substituída pela suástica”

Hitler já havia tornado a Bíblia um livro proibido na Alemanha, em 1942. Ele então decidiu criar a sua própria Bíblia para substituir a Bíblia dos cristãos, retirou desta última várias partes e substituiu os dez mandamentos cristãos por doze de sua própria autoria, entre eles:

“Mantenha o sangue puro e a sua honra sagrada. Mantenha e multiplique a herança de seus ascendentes. Sirva jubilosamente o povo com trabalho e sacrifício. Honra a teu Fuhrer e Mestre”

Em 2002, um estudante de direito judaico descobriu um relatório de 120 páginas, datado de 1940. Foi compilado por membros da OSS, uma agência de espionagem americana na 2ª Guerra Mundial. O relatório foi chamado de “O Plano Diretor Nazista: A Perseguição às Igrejas Cristãs”. Os documentos estabeleciam um plano passo-a-passo para a Alemanha, sendo eles[7]:

• Assumir todas as igrejas internas, usando simpatizantes do partido.
• Desacreditar, aprisionar ou matar líderes cristãos.
• Re-doutrinar os fieis.
• Dar-lhes uma nova fé no Novo Reich Alemão.

Quando um grupo de três mil protestantes, da chamada “Igreja Confessante”, decidiu abertamente contrariar Hitler, foi desta forma que o Fuhrer reagiu:

“Vou fazer esses pastores malditos sentirem o poder do Estado de uma maneira que nunca tinham acreditado ser possível. Se eu alguma vez tiver a mínima suspeita de que eles estão ficando perigosos, vou atirar num monte deles”[8]

Setecentos pastores da “Igreja Confessante” foram presos. Muitos deles foram assassinados ou enviados para campos de concentração.

Tradl Junge, a secretária pessoal de Hitler, escreveu o seguinte a respeito do líder socialista-nazista:

“Por vezes também tínhamos interessantes discussões a respeito da igreja e do desenvolvimento da raça humana. Talvez seja ir longe demais chamá-las de discussões, porque ele começava explanando suas ideias quando alguma questão ou observação de algum de nós o tinha subitamente enraivecido, e apenas escutávamos. Ele não era membro de igreja alguma, e julgava que as religiões cristãs eram obsoletas, instituições que seduziam o povo para si. As leis da natureza eram a religião dele. Ele podia melhor reconciliar seu dogma de violência com a natureza do que com a doutrina cristã de amar a seu próximo e a seu inimigo. ‘A ciência ainda não é clara acerca das origens da humanidade’, disse certa feita. ‘Provavelmente estamos no mais alto estágio de desenvolvimento de algum mamífero que se desenvolveu dos répteis e progrediu para seres humanos, talvez por meio dos primatas. Somos uma parte da criação e filhos da natureza, e as mesmas leis aplicam-se tanto a nós quanto a todas as criaturas viventes. E na natureza a lei da luta pela sobrevivência reinou desde o princípio. Tudo que é incapaz de viver, tudo que é fraco, é eliminado. Somente a humanidade e sobretudo a igreja estabeleceram como alvos seus manterem vivos os fracos, aqueles inaptos para viver, bem como as pessoas de espécie inferior’[9]

O trecho acima é esclarecedor até demais. Hitler, o ateu que detestava a religião e odiava o Cristianismo, se apoiava no darwinismo e na seleção natural para tirar seu conjunto de leis morais e da sobrevivência do mais forte. Sua conclusão, então, era que tudo o que é fraco (incluindo os judeus) tinha que ser eliminado. E quem apresentava uma visão oposta a essa barbaridade? O Cristianismo. A fé cristã sempre foi a fortaleza de resistência ao império do mal. É ela que, em contrário à crença humanista de Hitler e de Dawkins, tem como alvo proteger o fraco e mantê-lo vivo, pois reconhece que a moral vem de Deus e está implantada em nossos corações (argumento da moralidade, já explanado no capítulo 7 deste livro).

Os humanistas não creem nisso, e a seleção natural é tudo na questão da moralidade para eles. No humanismo, simplesmente não existe outra fonte de onde possamos tirar nossa moralidade além da dura e fria seleção natural, tão aplicada por Hitler para os seres humanos. Tragicamente, 100% dos neo-ateus são humanistas. Os revolucionários ateus do século passado eram humanistas. Os maiores genocidas da história da humanidade eram humanistas.

O Cristianismo é a visão oposta, é a força de resistência, é a barreira que impede os humanistas de espalhar seus conceitos monstruosos e dominar o mundo. Foi os Estados Unidos e o Reino Unido – dois países cristãos – que acabaram com Hitler e com o nazismo na II Guerra Mundial e formularam os princípios que hoje conhecemos como direitos humanos, em direto contraste com os conceitos nazistas ateístas e humanistas seculares. Hitler nunca se preocupou com os ateus e jamais proibiu suas publicações, como fez com a Bíblia e com os cristãos. Isso porque ele sabia que o Cristianismo, e não o ateísmo, era uma oposição real aos seus planos, era um desafortunado obstáculo pelo qual ele tinha que passar.

Certa vez, uma usuária do Facebook, chamada Daniele, publicou o seguinte em um grupo neo-ateu:

“O Cristianismo é uma rebelião contra a lei natural, um protesto contra a natureza. Em sua lógica extrema, o Cristianismo significa o cultivo sistemático da falha humana. A melhor coisa é deixar o Cristianismo morrer de forma natural. Uma morte lenta tem algo confortante sobre ele. O dogma do Cristianismo se desgasta perante os avanços da ciência. A religião terá de fazer mais e mais concessões. Gradualmente, os mitos desmoronam. O Cristianismo, é claro, atingiu o pico do absurdo a este respeito. E é por isso que um dia a sua estrutura irá desmoronar. A ciência já impregnou a humanidade. Consequentemente, quanto mais o Cristianismo se apega aos seus dogmas, mais rápido declinará”

Os neo-ateus receberam tal declaração com muita alegria e bom gosto. Um deles, chamado Luan, disse: “virei seu fã!”. Um outro, chamado Fernando, também entusiasmado, acrescentou: “muito bem colocado!”. E então a própria Daniele escreveu:

“Obrigada, mas a autoria do texto não é minha, é de Adolf Hitler, do livro ‘Hitler’s Table Talk’”[10]

Claro, nem precisa dizer que os neo-ateus se enfureceram ao saber que estavam elogiando e concordando com o pensamento antirreligioso de Adolf Hitler. Por mais que eles tentem evitar, o preconceito antirreligioso que eles tem em mente, bem como o ódio que sentem pelos religiosos, é bem semelhante ao de Hitler – a tal ponto que assinariam embaixo uma declaração dele se não soubessem que é dele.

Por Cristo e por Seu Reino,
Lucas Banzoli (apologiacrista.com)

(Trecho extraído do meu livro: "Deus é um Delírio?")


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[1] Imagine se o nome do partido de Hitler fosse “Partido Nacional Capitalista dos Trabalhadores Alemães”, ou então “Partido Nacional Cristão Conservador dos Trabalhadores Alemães”, ou então “Partido Nacional Liberal dos Trabalhadores Alemães”. Certamente os esquerdopatas já estariam usando isso há décadas para jogar na cara de todos os cristãos, conservadores e liberais de direita dizendo que são todos nazistas (já que eles nos chamam de fascistas mesmo quando o fascismo foi de esquerda!). Mas a história prega peças. Ah, como prega!
[2] Ludwig von Mises, Burocracia, pg 53-54;
[3] Citado por Richard Dawkins em “Deus, um Delírio”.
[4] Baldur von Schirach, Head of Hitler Youth.
[6] Declarado durante o Concílio de Nuremberg, 1938.
[8] Hitler’s Table Talk, August, 1942.
[9] Until the Final Hour, p. 108.

1 comentários:

  1. Voce tem razão a história préga peças a maior parte dos alemães,não tem religião e a peça aí esta a pouco pintou um papa alemão.

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